Falar em público: dê força para a coragem e não para o medo

Falar em público deixa as pessoas tensas. O fato é tão comum que recebeu até um nome na lista das fobias mais comuns do ser humano: glossofobia. Se isso acontece com você, não se desespere.

Sentir-se ansioso antes de uma apresentação é normal. São muitos os fatores que estão envolvidos e entre eles está o objetivo de conquistar o público. Afinal, nos preparamos tanto para que o outro nos compreenda, nos aceite e preferencialmente “adote” nossas ideias.

Em contrapartida, alcançar esse objetivo traz insegurança. – E se eu, por algum detalhe, não agradar?

Na enquete da semana passada nas minhas redes sociais, perguntei qual destes três motivos justificava tal nervosismo:

  1. Pouco conhecimento sobre o assunto;
  2. Dificuldade para elaborar a apresentação;
  3. Falta de autocontrole.

A resposta mais votada foi a terceira, seguida da segunda.

Por questões neurolinguísticas, evito focar no medo, prefiro focar em como alcançar a coragem. As três alternativas são imprescindíveis para acessar o bom desempenho ao falar em público e, naturalmente, conquistar o interlocutor. Nesse artigo, vou me dedicar à resposta que mais preocupou meus seguidores.

Falta de autocontrole realmente prejudica a performance comunicativa. E muito.

A ansiedade nasce nos nossos pensamentos. O autor Jacob Petry, em suas aulas virtuais sobre o livro “As 16 leis do sucesso”, diz que é preciso escolher pensamentos voluntários ao invés de deixar que pensamentos involuntários assumam o comando da nossa vida.

Escolher o que pensar. Aqui está um excelente recurso!

Monitore seus pensamentos e veja se são úteis ou não. Pensar “eu não vou conseguir” pode ser útil se lhe mostrar o que há para ser melhorado no seu planejamento, mas pode não ser útil se for um pensamento involuntário após um planejamento impecável. Nesse caso, substitua a frase do pensamento para “tenho tudo para ir bem”, pois esse sim é um pensamento útil e voluntário.

Costumo dizer que o momento da apresentação é de atenção máxima. Não conseguimos pensar em algo diferente do que aquilo que está acontecendo ali. O modo piloto automático é desativado e o modo atenção plena se ativa. Portanto, se você se preparou, com interessantes pesquisas, elaboração de ótimo roteiro, escolheu recursos que vão valorizar seu conteúdo, direcionou seus argumentos para o perfil do seu público e treinou, é o momento de agir sobre seus pensamentos. Seja focado em pensar no que irá lhe ajudar e não no que irá lhe sabotar.

Simplista? Não, grandioso.

Abraço, Ana.

 

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Para saber mais sobre o autor citado no artigo: http://www.youtube.com/jacobpetry1

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