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Por que contar suas próprias histórias?

Todo mundo tem uma boa história para contar. Qual é a sua?

Você deve estar se perguntando: “por que isso agora”? E a resposta é que suas histórias têm um potencial enorme de lhe trazerem credibilidade e de servirem de base para persuadir seu interlocutor sobre as ideias, propostas, produtos e serviços que você tem a oferecer. O nome disso? Storytelling.

Há muito tempo, o mundo da ficção nos fascina. Histórias do cinema, novelas, teatro, séries e livros continuam nos seduzindo, nos encantando e prendendo a nossa atenção.

O mercado de marketing entendeu isso tão bem que passou empregar todo esse poder em suas campanhas publicitárias. Note que algumas campanhas nem exploram o produto em si, mas se aprofundam na história e nas sensações que o envolvem. Quer um exemplo?   Muitas propagandas de carro não mostram todos os recursos que o carro oferece, mas mostram a estrada, a companhia da viagem, a sensação de chegar, o sol atrás da montanha e por aí vai. O consumidor vai à loja conhecer o produto, após ter se identificado com toda a emoção da narrativa. Poderoso, não?

Outras áreas da comunicação também têm se apropriado desse recurso para ganhar a atenção de seu público, e conseguir bons resultados, como programas de TV, programas eleitorais e palestras.

O enredo nos atrai, o clássico começo que passa pelo meio e termina no fim. Basta lançar introduções como “um dia eu estava passando por”,  “tem coisas na vida que a gente fica sem entender” ou “tem algo sobre mim que eu preciso dizer a vocês” (essa última, então, é infalível) para, literalmente, “laçar” o ouvinte.

Todos esses recursos, acompanhados de estratégias vocais e não verbais, quando aplicados às histórias que de fato nos aconteceram, nos expõem de uma forma original, verdadeira e sincera aos olhos (e aos ouvidos) do nosso interlocutor. Nos aproximam, portanto, da credibilidade, da empatia e do respeito alheio.

Uma vez que as pessoas acreditam na nossa história, e passam a conhecer um pouco da nossa vida, é provável que acreditem em nós e que nossas ofertas sejam recebidas com maior apreço.

A vida é uma fonte inesgotável de acontecimentos que podem se tornar interessantes  narrativas a serem compartilhadas a fim de inspirar e persuadir outras pessoas.

Aproveitem o storytelling para oferecerem seu melhor e exercerem influências do bem. Não vale inventar, pois a verdade é convincente, mas a mentira tem seus furos. Contudo, isso é assunto para uma próxima pauta.

Abraço,

Ana

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Falar em público: dê força para a coragem e não para o medo

Falar em público deixa as pessoas tensas. O fato é tão comum que recebeu até um nome na lista das fobias mais comuns do ser humano: glossofobia. Se isso acontece com você, não se desespere.

Sentir-se ansioso antes de uma apresentação é normal. São muitos os fatores que estão envolvidos e entre eles está o objetivo de conquistar o público. Afinal, nos preparamos tanto para que o outro nos compreenda, nos aceite e preferencialmente “adote” nossas ideias.

Em contrapartida, alcançar esse objetivo traz insegurança. – E se eu, por algum detalhe, não agradar?

Na enquete da semana passada nas minhas redes sociais, perguntei qual destes três motivos justificava tal nervosismo:

  1. Pouco conhecimento sobre o assunto;
  2. Dificuldade para elaborar a apresentação;
  3. Falta de autocontrole.

A resposta mais votada foi a terceira, seguida da segunda.

Por questões neurolinguísticas, evito focar no medo, prefiro focar em como alcançar a coragem. As três alternativas são imprescindíveis para acessar o bom desempenho ao falar em público e, naturalmente, conquistar o interlocutor. Nesse artigo, vou me dedicar à resposta que mais preocupou meus seguidores.

Falta de autocontrole realmente prejudica a performance comunicativa. E muito.

A ansiedade nasce nos nossos pensamentos. O autor Jacob Petry, em suas aulas virtuais sobre o livro “As 16 leis do sucesso”, diz que é preciso escolher pensamentos voluntários ao invés de deixar que pensamentos involuntários assumam o comando da nossa vida.

Escolher o que pensar. Aqui está um excelente recurso!

Monitore seus pensamentos e veja se são úteis ou não. Pensar “eu não vou conseguir” pode ser útil se lhe mostrar o que há para ser melhorado no seu planejamento, mas pode não ser útil se for um pensamento involuntário após um planejamento impecável. Nesse caso, substitua a frase do pensamento para “tenho tudo para ir bem”, pois esse sim é um pensamento útil e voluntário.

Costumo dizer que o momento da apresentação é de atenção máxima. Não conseguimos pensar em algo diferente do que aquilo que está acontecendo ali. O modo piloto automático é desativado e o modo atenção plena se ativa. Portanto, se você se preparou, com interessantes pesquisas, elaboração de ótimo roteiro, escolheu recursos que vão valorizar seu conteúdo, direcionou seus argumentos para o perfil do seu público e treinou, é o momento de agir sobre seus pensamentos. Seja focado em pensar no que irá lhe ajudar e não no que irá lhe sabotar.

Simplista? Não, grandioso.

Abraço, Ana.

 

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Para saber mais sobre o autor citado no artigo: http://www.youtube.com/jacobpetry1

10 Dicas para gravar mensagens de áudio (e ficar satisfeito)

     Semana passada, em meus perfis do Instagram e do Facebook , perguntei às pessoas  se gostavam de ouvir suas mensagens de áudio e pedi que respondessem com um Emoji. As respostas foram engraçadas e criativas, no entanto a maioria não aprecia suas próprias gravações. Se você encontra-se nesse grupo, aqui vão dez dicas muito práticas e fáceis de aplicar. Confira.

1. Prefira gravar em lugares silenciosos

     Lugares ruidosos reduzem o retorno de nossa própria voz, nos fazendo gritar e deixando o registro estridente demais. Falar muito baixo também é inadequado, fale como se o outro estivesse a um metro de distância.

2. Utilize o microfone de seus fones de ouvido

     Nossos smartphones não têm a mesma tecnologia que as mesas de som dos estúdios (que deixam a gravação impecável). Portanto, não há muitos recursos para realçar o que nossa voz tem de bom e nem mesmo atenuar o que não está tão bom assim. Os fones de ouvido possuem microfone e favorecem uma melhor gravação que capta a voz próximo aos lábios reduzindo a interferência dos ruídos ao redor.

3. Grave em pé

     Em pé a coluna fica reta, favorecendo o controle da respiração, e você tende a estar mais autoconfiante, podendo até mesmo fazer pequenos deslocamentos como se estivesse se comunicando em público. Porém, evite gravar caminhando ou afobadamente, pois traz maior ofegância.

3. Fale devagar

     Falar devagar aumenta a compreensão do outro sobre o que você está dizendo.

4. Faça segmentos curtos

     Frases curtas se tornam mais expressivas e assim mais efetivas do que frases longas. Ao invés de dizer: “oi, eu estou retornando sua ligação agora porque ontem não estava no escritório e não pude verificar o que você me pediu”, opte por  “oi/ estou retornando sua ligação/ ontem não estava no escritório/ e não pude verificar o que você me pediu”.

5. Destaque com sua voz as palavras mais importantes

   Agora que você fez frases mais curtas, realce  as palavras mais importantes de cada uma delas com sua voz.

6. Elabore a mensagem antes de gravar

     Pense antes e grave depois. Pensar gravando costuma não dar muito certo, demandando mais tempo e perdendo a objetividade.

7. Não fale muito agudo

     Os equipamentos costumam realçar os agudos de nossas voz e deixar nossa voz mais fina ou, até mesmo, parecida com a das crianças. Prefira tons médios para gravar.

8. Utilize a outra mão para gesticular no ar acompanhando o discurso

    Voz e corpo devem estar em harmonia para uma boa comunicação. Enquanto fala, utilize a mão “desocupada” para “desenhar” no ar o que você está dizendo.

 9. Coloque um sorriso no rosto

     Não é para falar rindo, mas com um gentil e sincero sorriso no rosto. Assim, você estará ativando emoções positivas que irão refletir na entonação de sua voz. O ouvinte deverá escutá-lo e imaginar que você está sorrindo. Naturalmente, se o assunto permitir.

10. Procure estar relaxado

     Tensões e ansiedade sempre interferem na qualidade do voz porque modificam os parâmetros da voz ideal, o que faz com que o interlocutor talvez compreenda em sua mensagem sinais que podem não ser favoráveis ao conteúdo.

     Pequenos detalhes podem tornar sua mensagem mais eficaz e sua voz mais compatível com a imagem que deseja transmitir. Lembre-se, se estiver gravado, poderá ser revisto, ou melhor, ouvido em qualquer momento. Capriche!

Ana

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10 motivos para saber se comunicar em público

Se você ainda não sabe falar em público, veja o que está deixando de lado.

1. Falar em público é uma prática que está se reinventando

Há pouco tempo, comunicar-se em público pressupunha falar ao vivo para uma audiência que estava presente diante do apresentador. Hoje competências comunicativas para falar em público se aplicam para se comunicar em: videos que serão gravados e repetidas vezes visualizados nas mídias sociais, videos ao vivo, teleconferências, cursos online e outros.

2. Servir de inspiração para outras pessoas

Muitas das descobertas, que nasceram da nossa rotina ou de uma profunda pesquisa, podem tornar o mundo melhor. Sua experiência  pode facilitar a vida de outras pessoas e motivá-las a buscarem suas próprias descobertas.

3. Influenciar outras pessoas

Essa é a ideia central. Nossa primeira intenção. Queremos ser vistos e ouvidos para que nossas ideias sejam aceitas, e preferencialmente”consumidas”, por nossos interlocutores.

4. Estruturar uma apresentação é reestruturar o próprio conhecimento.

Todo aprendizado fica sedimentado, para o apresentador, após desenvolver estratégias para facilitar a compreensão do outro. Afinal, só é capaz de ensinar, quem foi capaz de realmente aprender.

5. Autoconhecimento

Elaborar o conteúdo de uma apresentação envolve valores, atitudes, qualidades pessoais a serem aproveitadas e limitações a serem superadas. Estes aspectos irão sustentar as ideias que você tem a oferecer e vão definir a forma como você será percebido.

6. Autocontrole

Ter a atenção de todos, direcionada para quem tem o compromisso de transmitir uma mensagem, provoca diferentes reações físicas e emocionais que tendem a: desestabilizar quem está falando, comprometer sua credibilidade e desqualificar conteúdo a ser apresentado.  Técnicas especificas farão com que essas reações naturais não impeçam que os objetivos sejam alcançados.

7. Ser bem-sucedido nos compromissos assumidos e caminhar para novos desafios

 As habilidades de comunicação valorizam o conteúdo da informação e a performance. Além disso, agregam valores pessoais  e profissionais que qualificam o apresentador para novas oportunidades de carreira.

8. Fortalecer a imagem 

Lidar bem com a comunicação impacta positivamente na imagem que o outro tem sobre você, sua empresa, sua instituição e seus projetos. Outro fator importante, é que também fortalece sua autoimagem, lhe proporcionando autoconfiança e credibilidade.

9. Compreender o outro

Nossos interlocutores são o motivo de todo nosso empenho em produzir uma apresentação. Para isso, precisamos estudar o perfil do nosso público alvo para poder conhecê-lo e assim adequar a forma e o conteúdo da mensagem da melhor maneira para alcançá-lo.

10. Ter habilidade comunicativa em outros contextos

Todas as competências comunicativas beneficiam outras modalidades de comunicação como reuniões, encontros, diálogos, eventos, entrevistas e outros, pois trazem desenvoltura e autoconfiança.

Abraço.

Ana

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